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A Paciência

A paciência que não perece

A paciência dos pobres de Cristo não será inútil: sua recompensa é eterna.

8 min Intermediário A Paciência

Trecho principal

Os pobres de Cristo ainda caminham pela fé, não pela visão. Esperam, suspiram e têm fome e sede de justiça.

A paciência deles não perecerá.

Não porque haverá sofrimento na eternidade, mas porque será eterna a recompensa do que aqui sofreram com paciência.

Meditação guiada

A paciência cristã olha para a eternidade. Sem essa esperança, o sofrimento parece absurdo, e a perseverança parece inútil. Mas Santo Agostinho recorda: nada do que é sofrido em Deus se perde. A paciência dos pobres de Cristo não perece porque Deus recolhe cada lágrima oferecida, cada humilhação suportada com fé, cada espera silenciosa, cada dor vivida sem abandonar a caridade. No céu, não precisaremos mais de paciência, porque não haverá mais sofrimento. Mas a paciência vivida na terra florescerá em recompensa eterna. O que hoje parece demora será visto como preparação. O que hoje parece perda será encontrado em Deus. A alma paciente vive no tempo com os olhos fixos no eterno.

Perguntas para reflexão

  1. * Tenho vivido minhas provações à luz da eternidade?
  2. * A esperança do céu sustenta minha paciência?
  3. * Creio que Deus não desperdiça nenhum sofrimento oferecido a Ele?
  4. * O que preciso suportar hoje com os olhos fixos na vida eterna?

Propósito prático

Oferecer uma dificuldade concreta de hoje pela própria santificação e pela salvação das almas.

Oração final

Senhor Jesus, fortalecei minha esperança. Que eu não me canse no caminho, nem desanime nas demoras. Fazei-me sofrer com paciência na terra para participar convosco da alegria eterna no céu. Amém.

Palavras-chave

esperança eternidade céu sofrimento recompensa pobres de Cristo perseverança

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