A Paciência
A paciência que não perece
A paciência dos pobres de Cristo não será inútil: sua recompensa é eterna.
Trecho principal
Os pobres de Cristo ainda caminham pela fé, não pela visão. Esperam, suspiram e têm fome e sede de justiça.
A paciência deles não perecerá.
Não porque haverá sofrimento na eternidade, mas porque será eterna a recompensa do que aqui sofreram com paciência.
Meditação guiada
A paciência cristã olha para a eternidade. Sem essa esperança, o sofrimento parece absurdo, e a perseverança parece inútil. Mas Santo Agostinho recorda: nada do que é sofrido em Deus se perde.
A paciência dos pobres de Cristo não perece porque Deus recolhe cada lágrima oferecida, cada humilhação suportada com fé, cada espera silenciosa, cada dor vivida sem abandonar a caridade.
No céu, não precisaremos mais de paciência, porque não haverá mais sofrimento. Mas a paciência vivida na terra florescerá em recompensa eterna. O que hoje parece demora será visto como preparação. O que hoje parece perda será encontrado em Deus.
A alma paciente vive no tempo com os olhos fixos no eterno.
Perguntas para reflexão
- * Tenho vivido minhas provações à luz da eternidade?
- * A esperança do céu sustenta minha paciência?
- * Creio que Deus não desperdiça nenhum sofrimento oferecido a Ele?
- * O que preciso suportar hoje com os olhos fixos na vida eterna?
Propósito prático
Oferecer uma dificuldade concreta de hoje pela própria santificação e pela salvação das almas.
Oração final
Senhor Jesus, fortalecei minha esperança. Que eu não me canse no caminho, nem desanime nas demoras. Fazei-me sofrer com paciência na terra para participar convosco da alegria eterna no céu. Amém.
Palavras-chave
esperança
eternidade
céu
sofrimento
recompensa
pobres de Cristo
perseverança
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