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Diário de Santa Faustina

A vontade de Deus é meu alimento

A santidade segundo Santa Faustina: unir a própria vontade à vontade de Deus em tudo.

8 min intermediário Diário de Santa Faustina

Trecho principal

Santa Faustina escreve que havia uma palavra à qual dava especial atenção e que continuamente meditava: a santa vontade de Deus.

Ela dizia que essa vontade era seu alimento cotidiano, e que toda a sua alma estava concentrada nos desejos de Deus.

Mesmo quando sua natureza tremia, desejava fazer sempre aquilo que Deus exigia dela.

Meditação guiada

A misericórdia não conduz a uma vida sem exigência; conduz a uma vida entregue. Quem confia em Deus aprende, pouco a pouco, que Sua vontade não é ameaça, mas caminho de salvação. Santa Faustina não apresenta a vontade divina como peso frio, mas como alimento. Isso é profundamente cristão: a alma amadurece quando deixa de buscar apenas consolações e começa a desejar aquilo que agrada a Deus. Nem sempre a vontade de Deus coincide com o que sentimos. Às vezes a natureza treme. Mas a confiança recorda: Deus é Pai, e Sua vontade é sempre ordenada ao nosso bem eterno.

Perguntas para reflexão

  1. Busco a vontade de Deus ou apenas peço que Ele confirme meus desejos?
  2. Em que área da minha vida tenho resistido à obediência?
  3. Consigo confiar em Deus quando Sua vontade contraria meus planos?
  4. Tenho pedido luz para discernir com humildade?

Propósito prático

Antes de uma decisão importante, rezar: **“Senhor, mostrai-me a Vossa vontade e dai-me força para cumpri-la.”**

Oração final

Pai amado, fazei da Vossa vontade o alimento da minha alma. Que eu não tema obedecer-Vos, porque tudo o que vem de Vós conduz à vida. Amém.

Palavras-chave

vontade de Deus abandono obediência confiança santidade discernimento fidelidade

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