Diário de Santa Faustina
A vontade de Deus é meu alimento
A santidade segundo Santa Faustina: unir a própria vontade à vontade de Deus em tudo.
Trecho principal
Santa Faustina escreve que havia uma palavra à qual dava especial atenção e que continuamente meditava: a santa vontade de Deus.
Ela dizia que essa vontade era seu alimento cotidiano, e que toda a sua alma estava concentrada nos desejos de Deus.
Mesmo quando sua natureza tremia, desejava fazer sempre aquilo que Deus exigia dela.
Meditação guiada
A misericórdia não conduz a uma vida sem exigência; conduz a uma vida entregue. Quem confia em Deus aprende, pouco a pouco, que Sua vontade não é ameaça, mas caminho de salvação.
Santa Faustina não apresenta a vontade divina como peso frio, mas como alimento. Isso é profundamente cristão: a alma amadurece quando deixa de buscar apenas consolações e começa a desejar aquilo que agrada a Deus.
Nem sempre a vontade de Deus coincide com o que sentimos. Às vezes a natureza treme. Mas a confiança recorda: Deus é Pai, e Sua vontade é sempre ordenada ao nosso bem eterno.
Perguntas para reflexão
- Busco a vontade de Deus ou apenas peço que Ele confirme meus desejos?
- Em que área da minha vida tenho resistido à obediência?
- Consigo confiar em Deus quando Sua vontade contraria meus planos?
- Tenho pedido luz para discernir com humildade?
Propósito prático
Antes de uma decisão importante, rezar: **“Senhor, mostrai-me a Vossa vontade e dai-me força para cumpri-la.”**
Oração final
Pai amado, fazei da Vossa vontade o alimento da minha alma. Que eu não tema obedecer-Vos, porque tudo o que vem de Vós conduz à vida. Amém.
Palavras-chave
vontade de Deus
abandono
obediência
confiança
santidade
discernimento
fidelidade
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