Diário de Santa Faustina
Misericórdia que se torna obra
A verdadeira devoção à Misericórdia Divina exige confiança em Deus e misericórdia concreta para com o próximo.
Trecho principal
Jesus ensinou que a devoção à Sua misericórdia não pode permanecer apenas em palavras.
“Deves mostrar-te misericordiosa para com os outros, sempre e em qualquer lugar. Tu não podes te omitir, desculpar-te ou justificar-te.”
A fé mais forte, sem obras de misericórdia, não corresponde plenamente ao desejo do Coração de Cristo.
Meditação guiada
A misericórdia recebida precisa tornar-se misericórdia oferecida. Quem experimenta o perdão de Deus aprende a olhar o próximo com menos dureza, menos impaciência e menos desejo de condenação.
Jesus não permite que a alma devota se esconda atrás de desculpas. “Não posso”, “não é comigo”, “não tenho tempo”, “a pessoa não merece”: tudo isso é purificado pelo Evangelho. A misericórdia cristã não é sentimentalismo, mas decisão de amar segundo o Coração de Cristo.
Ser misericordioso nem sempre significa fazer grandes coisas. Pode ser uma palavra que consola, uma correção feita com caridade, uma oração silenciosa, uma ajuda concreta, um perdão concedido com esforço.
Perguntas para reflexão
- Minha devoção à Misericórdia tem produzido obras concretas?
- Com quem tenho sido duro, frio ou impaciente?
- Tenho usado desculpas para não praticar a caridade?
- Hoje posso exercer misericórdia por obra, palavra ou oração?
Propósito prático
Praticar hoje uma obra de misericórdia concreta: ajudar alguém, rezar por quem sofre ou falar com caridade com uma pessoa difícil.
Oração final
Jesus misericordioso, gravai em meu coração os sentimentos do Vosso Coração. Que eu receba a misericórdia com humildade e a ofereça ao próximo com generosidade. Amém.
Palavras-chave
obras de misericórdia
caridade
próximo
perdão
compaixão
vida cristã
fé e obras
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